sexta-feira, 8 de março de 2013

Deste tempo em vivemos

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Fui alertada para este texto por um dos meus formandos e depois de o ler fiquei sem saber o que dizer...

"(...)O poder destrói o presente individual e coletivo de duas maneiras: sobrecarregando o sujeito de trabalho, de tarefas inadiáveis, preenchendo totalmente o tempo diário com obrigações laborais; ou retirando-lhe todo o trabalho, a capacidade de iniciativa, a possibilidade de investir, empreender, criar. Esmagando-o com horários de trabalho sobre-humanos ou reduzindo a zero o seu trabalho.
O Governo utiliza as duas maneiras com a sua política de austeridade obsessiva: por exemplo, mata os professores com horas suplementares, imperativos burocráticos excessivos e incessantes: stresse, depressões, patologias borderline enchem os gabinetes dos psiquiatras que os acolhem. É o massacre dos professores. Em exemplo contrário, com os aumentos de impostos, do desemprego, das falências, a política do Governo rouba o presente de trabalho (e de vida) aos portugueses (sobretudo jovens). (...)"
José Gil 
Sendo uma mulher jovem com planos para o futuro, sinto-me angustiado porque estão em suspenso por causa de toda esta conjuntura em que vivemos. Sinto que  o governo (ou os governos anteriores) nos cortam os sonhos e nos proíbem de pensar em viver a vida como queremos. Não falo em viver acima do dinheiro que não se tem. Falo em sermos felizes com o que temos, sendo isso o suficiente para viver, não esta angústia que nos cega dia sim dia sim...

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