quinta-feira, 30 de julho de 2015

A um ritmo lento...


Márcia 'A insatisfação'

Não conheço grande coisa desta menina, mas esta música faz todo o sentido por estes dias!
Quase nada(experimento o céu de negro que há de norte a sulnunca me conforma(prometo-me a mim mesma mais de céu azul)a insatisfação(temo que haja pouco pra me contentar)nunca me abandona(mas nada me impede de tentar)

terça-feira, 28 de julho de 2015

Coisas de mãe #1

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Depois de ter lido este post da Sofia e de concordar com algumas das coisas que ela escreveu (principalmente no que diz respeito ao parto e às noites em claro) tenho a acrescentar que:
  •  a amamentação pode não ser nada daquilo que pensámos e pode ser difícil fazer com que o nosso bebé mame bem e ainda assim podemos ter de lhe dar leite artificial...
  • e os baby blues não são um mito e a frustração de acharmos que não conseguimos dar conta do recado é bem real e a tristeza também pode estar bem presente...
Eu sei que com o tempo os ritmos melhoram e tudo vai ao lugar, e acredito que ser mãe "É tentar ser perfeita sendo imperfeita, é tentar ser o melhor, mesmo que toda a gente esteja contra nós e no final, encostarmos a cabeça à nossa almofada, respirar fundo e pensar: hoje fiz o melhor que consegui, mas amanhã serei ainda melhor." como tão bem escreve a Maria João do Clavel's Cook.

domingo, 26 de julho de 2015

Outra vez fim de semana :)

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Nisto de ser mãe ainda tenho muito a aprender, mas se há coisas nas quais acredito uma delas passa por criar meemórias felizes com os nossos filhos e adaptar os ritmos deles à nossa vida. Por exemplo, ontem houve piquenique com uns tios e primos do meu marido e ia ser uma pena não termos ido. Na sexta choveu imenso, o que não prenunciava nada de bom, mas afinal o dia esteve ótimo.
Deu para irmos às compras de manhã e fomos para o lago, o meu marido e o tio montaram o grelhador e eu e a tia tratámos da 'mesa' e da salada enquanto os primos brincavam e a minha princesa dormia o seu sono de beleza. Nós comemos e apanhámos ar puro, os miúdos também e ainda tomaram banhos no lago e depois demos um passeio pelo mini comboio que havia lá (a cerejinha também foi ♡) e deu para encher o coração de coisas boas!
Agora são 5.30 da manhã e a filhota mama e eu penso no passeio de ontem e fico mesmo feliz por ter tirado fotos porque o sítio é mesmo bonito e consegui eternizar o momento do primeiro piquenique da minha bebé (e como a adaptação é mútua, a esta hora da noite calha-me a mim adaptar-me ao ritmo dela e mal oiço um choro toca a abrir os olhos, mesmo que seja só a pequena a sonhar!)

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Deve ser da oxitocina :)

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Mesmo que as nossas noites já não sejam iguais ao que eram, mesmo que as horas de sono sejam menos e os acordares noturnos sejam frequentes, mesmo que haja um bebé na nossa cama (e são tão doces esses momentos em que a deitamos no meio de nós!), mesmo que ao fim de 5 minutos já durmas e a pequena nem por isso, mesmo que nem sempre durmamos abraçados, é contigo que quero passar o resto das minhas noites!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Homemade notes to self #23

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Por cá os fins de semana têm sido bem cheios desde o fim de junho. Passei o último fim de semana de junho no hospital (sábado ainda à espera que a princesa quisesse nascer e domingo a lamber a cria :) ), no fim de semana a seguir estiveram cá os meus pais e sábado houve churrasco com amigos e foi mesmo bom! Foi a estreia da Luisinha em festas de família (imagino quando formos a Portugal!) e ela portou-se tão bem! No domingo os meus pais foram embora e eu fiquei desconsolada aqui em casa sozinha com a cerejinha enquanto o meu marido foi levar os meus pais ao comboio.
Na semana a seguir estive no hospital internada e regressei no domingo e foi quase como se tivesse estado um mês fora de casa tal a avalanche de emoções dos últimos tempos! 
Esta semana estivemos em casa a três e houve muitos mimos, tempo para acordar tarde e namorar a princesa. Voltámos a ter churrascada e convívio no sábado à noite e ontem depois das limpezas houve séries no sofá e jantar de petiscos como gostamos tanto. Temos conseguido juntar os cuidados da princesa às rotinas cá de casa, o que tem ajudado bastante à adaptação a esta nova realidade de sermos uma família de dois adultos e um bebé. 
Assim a escrita tem ficado para segundo plano enquanto se criam memórias de momentos felizes!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Em modo offline

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Estar de baixa foi uma surpresa para mim. Pela primeira vez na minha vida estive em casa sem trabalhar por algum motivo que não falta de trabalho (coisa que acontecia sempre no verão quando trabalhava em Portugal) ou de férias (o que é relativamente novo tendo em conta que só aconteceu no ano passado) e foi uma grande alteração na minha vida. 
Sei que gerar um bebé não é tarefa fácil e nem sempre o bom humor abundava por aqui, logo o ânimo não sendo muito, a vontade de fazer coisas também não era a melhor. Lá fui fazendo o que era suposto ser feito cá em casa depois da mudança e conseguimos ter a casa realmente habitável antes de ir para o hospital, mas sempre com um ritmo muito mais lento. E a vontade de estar no pc desapareceu completamente... Não houve posts nem estados no facebook, nem fotos no instagram. Agora olho para trás e vejo essas semanas como semanas de acalmia e de recolhimento, quase de preparação para chegada da bebé e acho que só me fizeram bem! 

terça-feira, 14 de julho de 2015

Novidades do planeta de baby cérise #8

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Um dia destes, ainda grávida, a minha irmã perguntou-me se não tinha saudades de vestir a minha roupa. Eu já não me lembro bem o que lhe respondi, mas ontem percebi que mais do que da roupa (até gostei bastante de vestir roupa de grávida), tinha saudades de me arranjar para sair sem me sentir desconfortável e cansada. A roupa de grávida que comprei (basicamente calças e vestidos) até era bastante confortável, mas nas últimas semanas o cansaço generalizado, as dores nas costas e a ansiedade já não me deixavam ter grande vontade de me arranjar e estar por casa de baixa também não apresentava um panorama muito apelativo para andar mais arranjada.
Ontem foi muito bom termos saído de casa para ir espreitar a festa da comemoração dos 150 anos da primeira subida ao Matterhorn porque as ruas estavam cheias de gente e estava uma noite de verão mesmo simpática, mas principalmente foi bom para sair de casa e espairecer depois de 2 internamentos no hospital e para perceber que consigo ser mãe e ainda me arranjar :)!

Sou pelas coisas simples #72

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Aqui em casa temos orgulho nos trabalhos de cada um, nos interesses individuais que nos distinguem e na vida que levamos juntos, mas principalmente temos orgulho em estarmos juntos e quando nos reencontramos no fim de um dia de trabalho há sempre palavras de apreço e de carinho e muitos abraços enquanto se cozinha o jantar e se trata de algumas tarefas domésticas a dois.
E eu gosto muito deste amor que nos une e desta vida que levamos!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

É mesmo isto :)

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Para começar bem a semana :)


Jess Glynne 'Right here'
Conheci esta menina nesta música e gosto imenso da voz dela!

Finally I’m where I want to be,
I didn’t think this life was gonna be for me
A love you gave me to discover was right here
But now I’m caught up in a dream, don’t wanna leave!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Desta nova vida

Há uns anos, era eu miúda aí até aos 12 ou 13 anos, chegava a esta altura do ano e começava a contagem decrescente para o meu aniversário. Quando chegava agosto era o delírio, eu e a minha irmã a riscarmos os dias que faltavam. Este ano estou com uma disposição completamente diferente de todos os últimos anos.
Um dia destes em conversa com a minha mãe, disse-lhe que passei quase todo o meu ano dos 30 grávida. Parece que ter ficado grávida foi assim uma espécie de presente surpresa para esta nova década a estrear e apesar de daqui a 2 meses ser eu quem faz anos, a Luísa é que é a bênção da família.
Não me canso de olhar para ela enquanto dorme e faz carinhas fofas ou barulhinhos, e adoro fazer-lhe cafuné e dar-lhe miminhos, toneladas de miminhos. E até mesmo aquelas atividades que me deixavam receosa por não saber como lidar com um recém-nascido (trocar a fralda, vestir ou dar banho) vão começando a ser cada vez mais fáceis!
Estou completamente apaixonada pela minha filhota ♥

Dos fins que são também inícios

O fim do tempo da gravidez estava marcado mas eu sempre achei que não ia chegar lá. Sentia-me relativamente bem, com a gravidez sempre tranquila e com ecografias e exames ao sangue sempre normais (houve um susto algures em abril com os níveis do açúcar, mas o teste da glicose deu negativo para a diabetes gestacional), mas nas últimas semanas eu já me sentia demasiado cansada e já sem posição para dormir que já estava desejando ter a pequena nos braços! 
Fiquei de baixa no final de maio, exatamente a um mês do fim do tempo e umas semanas depois de ter ido de férias a Portugal, e a baixa veio mesmo a calhar para conseguir pôr a casa em ordem antes da chegada da bebé. A médica achou, e bem, que as últimas semanas deviam ser mais tranquilas e sem trabalho (apesar de ainda ter feito bastante trabalho em casa e de ainda ter ido à escola umas quantas vezes entregar trabalhos e testes!)
Tratei da roupa da bebé (tenho a agradecer muito à minha irmã que me ajudou bastante nas arrumações. Acho a roupa da cerejinha tão fofa e ficou tão cheirosa que me perdia a olhar para as coisas e sendo tudo tão pequeno parecia pouco até ter começado a dobrar e a arrumar por tamanhos. ... pareceu-me uma tarefa sem fim!), organizei a mala da maternidade (que acabou por ser terminada à pressa 3 semanas antes do nascimento quando tive de vir ao hospital repetir ecografia e ctg porque os resultados no consultório não estavam muito bons e como mais vale prevenir, ficou logo tudo despachado!), fui cozinhando e tratando de limpezas para ter a casa limpa e a roupa tratada no regresso a casa.
No dia em que terminava o tempo (e depois de várias visitas ao hospital para consultas de rotina) acabei por ficar internada para me induzirem o parto. Não era nada assim que eu gostava que as coisas tivessem acontecido, mas até estava bastante tranquila e zen, contra todas as minhas expectativas!
O hospital tem ótimas condições e eu gostava muito de ter experimentado fazer o trabalho de parto na água, mas não pode ser. Também gostava que tivesse sido parto normal e foi cesariana (e apesar da minha recuperação física estar a correr bem e me sentir bem, apesar de cansada, a cicatriz precisou de mais cuidados médicos e estou novamente internada...), e gostava de conseguir amamentar em exclusivo, mas por enquanto não está a ser possível porque a cerejinha chora com fome mesmo depois de mamar!

Conclusões de tudo isto: não adianta fazer grandes planos porque, no fim de contas, as coisas podem correr de uma forma completamente diferente daquilo que gostávamos e se não tivermos uma mente aberta para isso, só nos deixa frustradas, o que não é bom para ninguém!

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