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Agora as cenas de mãe são x 2 e ainda nem acredito bem nisso! O António faz hoje 7 semanas e quando os pequenos estão fofinhos, o meu coração enche-se de amor e eu penso: "Uau!! Fui eu que fiz estas duas coisinhas fofas! (Quando choram os dois ao mesmo tempo, só me apetece fugir!)
O que tem aumentado cá em casa:
- a roupa para lavar 😱😱😱 são montes de roupa para lavar, para estender, para apanhar e para passar e eu só tenho 2 braços!
- o amor ❤
- os biberões para lavar
- as horas de colo e de mimos (para os 2, que aqui em casa há igualdade!)
- as olheiras da mãe e o cansaço
- a organização (a sério que quanto mais tenho para fazer, mais organizada sou!)
- as despesas, porque agora nas férias tivemos de comprar uma caixa para o tejadilho da carrinha!
O que tem diminuído:
- as horas de sono e de descanso (ainda hoje o piqueno acordou para mamar às 5.40 e aqui a Mummy já não voltou à cama! Ora pois, fui fazer tarefas domésticas e orientar coisas!)
- o tempo para ler (já não era muito, mas mesmo assim ainda li 35 livros no ano passado)
- o espaço no carro (isto agora com 2 lugares ocupados com a cadeira da Luísa e o ovinho do António fica a sobrar o banco do meio para a mochila do bebé e está feito! E a bagageira leva o carrinho e 2 ou 3 sacos de compras e pronto!)
Ainda hei de vos contar sobre o parto e sobre a mudança que é passar de 1 para 2 filhos. Haja tempo para isso 👍
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Cenas de mãe #28
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Cenas de mãe #27
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- procurar o sling e o wrap para fazermos ainda mais babywearing do que da Luísa
- pôr à mão a alcofa e comprar o ovinho e os encaixes para o carrinho da Luísa
- fazer a mala da maternidade com os essenciais (o hospital disponibiliza imensa coisa, mas há várias coisas que prefiro levar de casa, porque me sinto mais confortável a usar as minhas coisas)
Com esta lista quase infindável chego à conclusão de que parece muita coisa, mas afinal até tenho tudo mais ou menos orientado na minha cabeça e com ajuda do marido e da filhota (que de certeza que vai querer participar em muitas destas tarefas) fazer o ninho para o nosso bebé até vai ser mais fácil e divertido do que parece!
Por enquanto acho é que tenho de mimar muito a minha boneca nestas últimas semanas que lhe restam de filha única :) o resto tem tudo tempo!
Outono, meu amor!
É incrível como esta semana já entro na semana 34 desta gravidez tão desejada e que vou ao hospital ter uma consulta com a equipa de obstetrícia para vermos se o parto vai ser cesariana como foi da Luísa ou se vou tentar ter parto normal. E ainda tenho tudo por organizar...
Seja como for, já inaugurámos o outono por aqui e ontem já fizemos bolachinhas e purés de fruta com a nossa miúda e acho que daqui até ao Natal vamos repetir estes domingos assim mais vezes! Se eu já sou fã do outono desde sempre, aqui nos Alpes, acho o outono a estação mais hygge. Vou reler estes textos (da Mafalda, sempre tão inspiradora e da Catarina, com pontos de vista diferentes e ideias tão giras) para tornar a nossa casa ainda mais acolhedora e preparada para a chegada do nosso bebé!
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Cenas de mãe #22 - ser mãe é uma selva
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Das leituras #22
Quando estava grávida comecei a comprar livros que achei importantes sobre esse estado mágico da vida de uma mulher, mas tive algumas surpresas.
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Novidades do planeta de baby cérise #19: o pós parto
Andou por aí um desafio da maternidade no facebook em que fomos desafiadas a publicar fotos de momentos ternurentos e cutchi-cutchi do nosso papel de mães e da nossa relação com os nossos filhos. Eu fui nomeada, mas não publiquei nenhuma foto da Luísa (já publiquei fotos dela, mas nunca fotos que invadam a privacidade dela nem da carinha dela) nem tenho só fogo de artifício e coisas espetaculares para dizer sobre a maternidade. Muito pelo contrário, principalmente durante o pós parto. Publiquei uma citação e um texto curto sobre o pós-parto e recebi alguns comentários de apoio, porque realmente o pós-parto ainda é um pouco tabu, principalmente quando não é cor-de-rosa como é suposto (agora já sei que nisto da maternidade, não há coisas certas nem erradas...)
Fui nomeada no desafio da maternidade, e em vez de publicar fotos da princesa, publico uma frase que para mim resume o que é ser mãe. Children spell love... T-I-M-EA gravidez foi ótima e correu tudo bem, mas o pós parto foi horrível com muitos dias difíceis, de dúvidas, de muitas dificuldades e muito medo de não estar a fazer as coisas certas. Passei muitas e muitas horas sozinha com ela a conhecê-la e a conhecer-me como mãe e tem sido uma experiência altamente enriquecedora, mas também muito difícil!
Felizmente passou, mas continuo a dedicar muito do meu tempo livre à minha filha e adoro brincar com ela e tirar-lhe fotos. Não vêm parar ao fb porque acho que há de ser ela a decidir, na devida altura (daqui a uns bons anos, portanto!) se e o que quer partilhar.Se publiquei meia dúzia de fotos dela é muito e nunca onde se veja a cara! A privacidade dela é muito importante para nós!
São as hormonas que andam descontroladas (pudera, depois de um parto há todo um festival de mudanças no nosso corpo), o cansaço extremo, as novas responsabilidades (acredito que neste ponto a coisa melhore quando se tem outro filho, porque já se sabe como é, ainda que os bebés sejam todos diferentes), a habituação à rotina, o novo papel de mãe para além de mulher, enfim, um rol de coisas novas para as quais ninguém nos preparou!
Antes de ficar grávida achava que os baby blues eram um mito, afinal temos nos braços a coisa mais preciosa da nossa vida, o bebé que tanto ansiámos e desejámos durante a gravidez e afinal só nos apetece chorar? Pura parvoíce... Ahhh, pois, mas não... Chorava porque andava exausta, porque não consegui uma ligação emocional instantânea com a cerejinha, porque andava quase paranóica com as coisas para fazer, porque não dormia quando ela dormia (ou porque ficava a olhar para ela, ou porque as coisas da casa não se faziam sozinhas), porque a miúda nunca gostou muito de mamar, porque sentia a falta da minha mãe para me ajudar (quando os meus pais se foram embora, chorei tanto, tanto...)
Não ajudou nada ter uma infeção na cicatriz da cesariana que só sarou por completo na véspera de irmos de férias. Passei mais de um mês a tomar banho a prestações e a sentir-me 'defeituosa' por ter ficado com a infeção (eu sei que há pessoas com problemas bem mais graves, mas com as hormonas descompensadas, a cabeça fica atrofiada e não se pensa direito!) A médica informou-me dos riscos da cesariana, mas nunca pensei que me acontecesse isto a mim. Não sei se foi do calor, de algum esforço que tenha feito, ou se tinha de ser assim...
Lembro-me perfeitamente de serem 2 ou 3 da manhã e de eu me ter levantado da cama, onde não estava a conseguir dormir, para ir arrumar a loiça da máquina e a pôr a roupa a lavar e acho que isso diz tudo da noção de bom senso que tinha na altura. Realmente, sempre fui relativamente bem organizada com as coisas da casa, mas naquelas semanas a seguir ao parto, parece que andava paranóica com coisas fora do sítio... passava horas sozinha, porque o meu marido não teve direito a licença de paternidade como em Portugal (aliás, aqui na Suíça, no máximo são 3 dias!) e quanto mais coisas fazia, mais coisas encontrava para fazer e a juntar aos muitos acordares noturnos (ia espreitá-la à alcofa e depois à cama de grades para ver se respirava, ouvia um suspiro e acordava, ela chorava e eu a pé... enfim), andava de rastos.
Do que fui lendo, fui percebendo que era uma fase e realmente as coisas acalmaram bastante desde que regressámos de Portugal. A Luísa começou a dormir muitas horas durante a noite ao fim de um mês e eu Portugal afinámos as rotinas e percebemos que afinal até estávamos a fazer as coisas certas! Fez-nos muito bem a todos termos ido de férias e vim com o coração cheio e preparada para mais uns meses de Suíça, embora não tenha sido fácil passar 24h com ela durante os 5 meses da licença e muitas horas por dia depois de ter voltado a trabalhar.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Das leituras #19 [Esta sacana da culpa...]
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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
5 meses de amor!
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Novidades do planeta de baby cérise #13: a amamentação
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Tenha sido da melhor forma ou da forma que eu consegui, só durante a primeira semana de vida é que a pequena foi alimentada em exclusivo com o meu leite, que foi o tempo em que esteve sempre a perder peso. Uma semana depois de ter nascido e nós já em casa, ainda não tinha começado a recuperar, só a perder e a parteira ficou preocupada (aqui vem uma parteira a casa durante os 10 dias seguintes ao parto, mas não sermos nós - mãe e bebé - a termos de nos deslocar ao hospital, que é a 45 minutos daqui. Não sei se será assim em toda a Suíça!).
A sugestão foi começarmos a dar suplemento em conjunto com o leite materno. Sempre que desse de mamar e se percebesse que ela estava com fome, fazia leite e dava-lhe. Eu não tinha grande vontade de fazer isso, mas nunca tinha sido mãe e não sabia o que fazer e estava a ficar muito preocupada, por isso aceitei a sugestão e realmente funcionou e a pequena cerejinha começou a recuperar o peso e continuava a mamar relativamente bem.
Entretanto fui internada no hospital com uma infeção na cicatriz da cesariana e ela foi comigo, claro, mas não sei se foi da infeção, ou do antibiótico ou do biberão ou de tudo junto, o que sei é que ela cada vez queria mamar menos e chegou uma altura em que gritava desalmadamente quando a punha na mama e eu ficava tristíssima. Tentei várias formas de lhe dar a mama, experimentei tirar leite com a bomba (mas nunca consegui grande expressão de leite... e quanto mais tentava, menos conseguia...), tive inclusive uma consulta online com a Drª Graça da Amamentos, a 1ª clínica exclusiva para a Amamentação e foi muito bom. Tirou-me muitas dúvidas e explicou-me imensas coisas e deu-me muitos conselhos e eu percebi que até estava a fazer as coisas bem, a bebé é que não estava muito recetiva.
Entretanto fomos de férias e tive todo o tempo do mundo e toda a disponibilidade mental para lhe dar de mamar, mas ela cada vez queria menos... até que acabei por deixar por completo na altura em que regressámos à Suíça.
Eu concordo com a Constança Cordeiro Ferreira quando diz que a amamentação é um momento especial e mágico entre mãe e bebé, mas que deve ser bom para ambos e que dure o tempo que o bebé quiser. A Luísa deixou de querer e eu tive de me conformar com isso. Fiquei triste? Claro que fiquei, tinha bastante leite e que a alimentava bem, mas ela não quis mais e eu deixei de me stressar! O pediatra também me diz que dei o leite mais importante para ela e para as defesas dela.
Não sou fundamentalista da amamentação nem 100% a favor dos biberões , mas gostava que tivesse durado mais tempo... Adorei dar de mamar e foi sempre especial!
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Maternidade em progresso
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Novidades do planeta de baby cérise #12: o recobro
Na sala de parto tiraram-nos uma foto para guardarmos para a posteridade e estamos maravilhosos (ou não! Eu com um ar exausto e com a cara inchadíssima e o pai com umas olheiras enormes e um ar um bocado atordoado. lindos, portanto! A única que safa a fotografia é a pequena que é lindona!) e fizeram todos os exames à pequena e a mim para terem a certeza de que estava tudo bem.
Logo que as minhas pernas e os meus pés deixaram de estar dormentes, pus-me de pé! A cicatriz doía-me horrores e ainda estava meio atrofiada da cabeça e com o soro nos braços, mas quis pôr-me de pé. A parteira e o meu marido ajudaram-me a levantar e pelos visto foi um acontecimento porque nunca nenhuma recém-mamã se quis levantar, ainda para mais tendo sido cesariana! Fiquei com a certeza absoluta de que ia fazer tudo para recuperar depressa, tivesse eu dores ou não!
Falámos com os nossos pais no skype para verem a neta e depois de me lavarem, do banho da bebé e dos exames todos fomos para o quarto e foi um alívio! Senti-me tão inútil nesse dia por não conseguir ser eu a tratar da pequena, mas sabia que com o tempo tudo ia melhorar e melhorou!
Tivemos as visitas dos tios da princesa e foi tão bom! Os mimos à pequena eram extensíveis à mãe e ao pai e foi bom sentir que a família que vive perto faz questão de estar sempre presente nos momentos mais importantes!
Tirei poucas fotos dessa altura porque estava ocupada a aproveitar bem o tempo com a minha bebé e a dar-lhe muitos mimos e muito colo! Bem, e a recuperar da cirurgia.
Estive 7 dias no hospital (3 antes de nascer a cerejinha e saí no 4º dia depois) e apesar de ter sido sempre muito bem tratada e de ter tido toda a ajuda que precisava, estava desejando vir para casa e sermos finalmente nós os 3! Pois... não foi bem o que aconteceu!
Os meus pais chegaram de visita no dia em que regressámos a casa e foi muito bom tê-los por cá, mas a ressacar de poucas horas de sono e de todas as mudanças, sentia-me demasiado exausta para conseguir aproveitar a companhia deles e tenho a plena consciência de que fui pobre e mal-agradecida...
domingo, 27 de setembro de 2015
Novidades do planeta de baby cérise #11: o parto
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Filha, hoje fazes 3 meses (como é que possível já ter passado este tempo todo?) e para não comemorar, nada melhor que escrever sobre o momento mágico que foi o teu nascimento!
Fiquei internada na 5ª feira, dia em que terminava o tempo previsto pela médica, e tudo indicava que o parto fosse provocado. A minha médica assistente nas últimas consultas (que fiz quase dia sim, dia não nos últimos tempos e fazia ecografias e ctg) dizia-me sempre que a miúda ia ser grandinha e nas duas ecografias no hospital também confirmaram isso, por isso a indução do parto começou na 5ª.
Eu não sabia muito bem como é que isso se processava, mas sabia que podia ser local (no colo do útero) ou geral (através da corrente sanguínea) e na altura a parteira perguntou-me como é que eu queria que fosse e explicou-me as diferenças e que os comprimidos no colo do útero costumam ter uma reação mais rápida e é mais fácil para a mãe. Lá fácil foi, rápido é que nem por isso! Deram-me 4 comprimidos entre 5ª à tarde e sábado de manhã e nada de contrações nem dores nem coisa nenhuma. Quase que parecia que estava em algum hotel a descansar...
No sábado à tarde lá mudaram de medicação, e as contrações lá foram aparecendo mas ainda assim nada de muito difícil de aguentar. Percebi que o parto ia acontecer em breve, mas ainda teria de aumentar a intensidade das contrações e bastante. O meu marido esteve lá comigo no sábado o dia inteiro, mas às 11 e tal da noite mandei-o para casa porque estava tranquila e as contrações eram fracas e muito espaçadas. Deitei-me e dormi. Até à 1.15, hora em que me rebentaram as águas (a parteira bem me tinha dito que o último comprimido que me deram fazia efeito em 24 horas, mas normalmente era muito menos) . Continuava sem dores mas as contrações já eram mais espaçadas. Chamei a parteira e fui para a sala de parto. Ela fez-me o toque e ficou preocupada porque o líquido amniótico tinha uma cor estranha e disse-me que íamos controlar os batimentos cardíacos para ver se estava tudo bem, porque se houvesse alguma coisa diferente do normal, teria de ser cesariana.
As horas foram passando (entretanto o marido apareceu no hospital para me dar apoio e pôde estar comigo sempre mesmo tendo sido cesariana) e as contrações foram aumentando e estavam no ritmo já muito avançado mas não havia meio de fazer a dilatação. O ctg também apontava para que a bebé estivesse em sofrimento, portanto não houve outra solução do que partir para a cesariana. Entre me confirmarem que teria mesmo de ser cesariana e a Luísa nascer, passou no máximo 1 hora!
Saí da sala de parto e fui na maca para a sala da cirurgia. O pai mudou de roupa e esteve sempre ao meu lado a agarrar-me a mão e a fazer-me festinhas e foi espetacular, mesmo estado eu um bocado atorodoada por causa da epidural! A cesariana foi rapidíssima e não senti nada, só sentia a cabeça estranha. Não ouvi o primeiro choro da Luísa, mas quando percebi que ela tinha nascido e o pai a trouxe embrulhadinha numa toalha e ma mostrou chorei, chorei, chorei... Não conseguia quase falar (e estou aqui a escrever isto e tenho as lágrimas a querer saltar!) e estava emocionada como acho que nunca estive na vida! Nunca me tinha sentido tão vulnerável e tão frágil, mas ao mesmo tempo tão feliz e tão forte por saber que tinha acabado de ter a minha primeira filha, o pequeno-grande amor da minha vida! Nasceu às 6.24 do dia mais feliz da minha vida, dia 28 de junho de 2015!
É tudo tão mecânico e ao mesmo tempo tão animal isto de parirmos os nossos filhos! Eu sei que fiz cesariana mas não me sinto menos mãe por isso! Não a tive de forma natural, mas é a minha filha e saiu de dentro de mim na mesma! Sei que na altura fiquei um bocadinho triste (quando tive tempo para pensar nisso!) e a parteira até me perguntou se eu tinha percebido porque é que tinha sido cesariana. É claro que percebi e para o bem da minha filha, farei sempre tudo o que for preciso! Seja como for e tenha eu os filhos que tiver, acho que o parto é sempre a experiência mais transcendente da nossa vida de mulheres!
O pai foi o primeiro de nós os dois a pegar na cerejinha e até lhe cortou o cordão umbilical e foi ele que a deitou no meu peito logo a seguir a me terem cosido para ela mamar. Estivemos assim mais de duas horas, eu e ela no meu peito e o pai ao nosso lado a conversar comigo e os dois a falarmos com a nossa filhota e a adorarmos o milagre que criámos (ai... cá estão as lágrimas outra vez!) e entretanto ele ligou aos nossos pais para dar a notícia e também disse ao irmão e à minha irmã. Foi histeria total!
Regressei à sala de partos já a manhã ia alta e aí começou a aventura que é a maternidade!
Continuo a achar que esses dias estão meu nebulosos porque com tanta emoção e tanta coisa a acontecer, parecia-me mesmo que estava a viver uma realidade paralela e uma felicidade inigualável!
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Será!?
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quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Novidades do planeta de baby cérise #10: o pré-parto
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terça-feira, 28 de julho de 2015
Coisas de mãe #1
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- a amamentação pode não ser nada daquilo que pensámos e pode ser difícil fazer com que o nosso bebé mame bem e ainda assim podemos ter de lhe dar leite artificial...
- e os baby blues não são um mito e a frustração de acharmos que não conseguimos dar conta do recado é bem real e a tristeza também pode estar bem presente...
Eu sei que com o tempo os ritmos melhoram e tudo vai ao lugar, e acredito que ser mãe "É tentar ser perfeita sendo imperfeita, é tentar ser o melhor, mesmo que toda a gente esteja contra nós e no final, encostarmos a cabeça à nossa almofada, respirar fundo e pensar: hoje fiz o melhor que consegui, mas amanhã serei ainda melhor." como tão bem escreve a Maria João do Clavel's Cook.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Dos fins que são também inícios
O fim do tempo da gravidez estava marcado mas eu sempre achei que não ia chegar lá. Sentia-me relativamente bem, com a gravidez sempre tranquila e com ecografias e exames ao sangue sempre normais (houve um susto algures em abril com os níveis do açúcar, mas o teste da glicose deu negativo para a diabetes gestacional), mas nas últimas semanas eu já me sentia demasiado cansada e já sem posição para dormir que já estava desejando ter a pequena nos braços!
Fiquei de baixa no final de maio, exatamente a um mês do fim do tempo e umas semanas depois de ter ido de férias a Portugal, e a baixa veio mesmo a calhar para conseguir pôr a casa em ordem antes da chegada da bebé. A médica achou, e bem, que as últimas semanas deviam ser mais tranquilas e sem trabalho (apesar de ainda ter feito bastante trabalho em casa e de ainda ter ido à escola umas quantas vezes entregar trabalhos e testes!)
Tratei da roupa da bebé (tenho a agradecer muito à minha irmã que me ajudou bastante nas arrumações. Acho a roupa da cerejinha tão fofa e ficou tão cheirosa que me perdia a olhar para as coisas e sendo tudo tão pequeno parecia pouco até ter começado a dobrar e a arrumar por tamanhos. ... pareceu-me uma tarefa sem fim!), organizei a mala da maternidade (que acabou por ser terminada à pressa 3 semanas antes do nascimento quando tive de vir ao hospital repetir ecografia e ctg porque os resultados no consultório não estavam muito bons e como mais vale prevenir, ficou logo tudo despachado!), fui cozinhando e tratando de limpezas para ter a casa limpa e a roupa tratada no regresso a casa.
No dia em que terminava o tempo (e depois de várias visitas ao hospital para consultas de rotina) acabei por ficar internada para me induzirem o parto. Não era nada assim que eu gostava que as coisas tivessem acontecido, mas até estava bastante tranquila e zen, contra todas as minhas expectativas!
O hospital tem ótimas condições e eu gostava muito de ter experimentado fazer o trabalho de parto na água, mas não pode ser. Também gostava que tivesse sido parto normal e foi cesariana (e apesar da minha recuperação física estar a correr bem e me sentir bem, apesar de cansada, a cicatriz precisou de mais cuidados médicos e estou novamente internada...), e gostava de conseguir amamentar em exclusivo, mas por enquanto não está a ser possível porque a cerejinha chora com fome mesmo depois de mamar!
Conclusões de tudo isto: não adianta fazer grandes planos porque, no fim de contas, as coisas podem correr de uma forma completamente diferente daquilo que gostávamos e se não tivermos uma mente aberta para isso, só nos deixa frustradas, o que não é bom para ninguém!










