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sábado, 6 de setembro de 2014

Fim de um ciclo

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Uma empresa que só deu prejuízo e obrigou a 4 longos anos de espera (porta fechada em julho de 2010), e a situação que não havia meios de estar resolvida. Depois o nosso divórcio pelo meio e a coisa ainda se complicou mais, mas finalmente está tudo resolvido.
Casamento terminado, papéis do divórcio e dos bens assinados, empresa fechada, papéis arrumados e contas pagas
(que não foram nem são nada pequenas... haja vontade de trabalhar, que o dinheiro lá vai aparecendo...)
Um ciclo encerrado e um peso enorme que me sai dos ombros. Continua o banco a lembrar-me dessa história infeliz, mas não será para sempre. [E faríamos hoje 6 anos de casamento!]
E no meio de tudo isto, sempre se aprende alguma coisa: desconfiar sempre...

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Coisas soltas # 31

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Foi preciso vir para a Suíça para voltar a comer pão com Planta (uma espécie, vá, mas bastante parecida!) e com queijo flamengo. Há anos que não comia! E a nostalgia que agora me atacou dos meus lanches na casa da minha avó??

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Opáaaaaa!!!

foto infância
Uma rapariga lá da terra publicou esta foto hoje no facebook, mas a dita já tem 20 anos ou mais e eu fiquei com saudades destes tempos… Ainda pensei se havia de publicar ou não, mas achei tão amorosa e nós estamos todos tão diferentes! Recordei com nostalgia o tempo em que éramos crianças felizes e brincávamos rua abaixo rua acima e na casa uns dos outros até serem horas de jantar! 

Realmente um dos comentários no facebook foi que a foto é de uma altura em que não havia novas tecnologias e nós nos divertíamos uns com uns outros e não em frente a um ecrã de computador. E é bem verdade! Sabíamos brincar, mesmo que isso implicasse ralhetes dos nossos pais por causa das horas a que chegávamos a casa ou por nem sequer temos lanchado. Mas quem é se preocupava com o lanche se a brincadeira era sempre melhor?

Não sei se será fácil a desconhecidos encontrarem-me por aí, mas com uma irmã gémea a coisa muda de figura. Tenho a dizer que nem eu própria sei bem qual de nós sou eu, se a da direita ou a da esquerda, e agora que penso nisso em muitas das nossas fotos da infância acontece isso e só sei qual sou eu porque me lembro da situação. Agora que estamos mais diferentes, somos menos confundidas pelas pessoas mas ainda assim há quem nos troque o nome. Sinto que isso vai acontecer até sermos bem mais velhas…

Agora que olho com mais atenção, vejo que há pelo menos 3 descendentes de algumas destas ‘crianças’ e é impossível não me sentir ‘cota’. E afinal onde é que ficaram os 20 anos que me separam desta foto?

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

2013 Technicolor [31.52] agosto

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Depois de ter encontrado estas relíquias [a minha mãe andou a fazer limpezas ao sótão e ainda encontrei mais umas quantas memórias perdidas!] fiquei a achar que será muito por causa disto que sou grande fã de livros e da magia que têm!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

'No meu tempo...'

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Na 2ª feira almocei num cafézinho em Lisboa. Pratos: dobrada, iscas e sopa de feijão, entre outros. 3 homens numa mesa ao lado a falar de futebol, bem, do jogo Porto-Benfica para ser mais precisa. Música de fundo - fado. E havia uma senhora a falar ao telemóvel quase aos gritos a planear uma visita a Fátima. 
Digam o que disseram, acho que há coisas que muito dificilmente irão mudar...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

2013 Technicolor [17.52] abril

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Este fim de semana houve montes de recordações a aparecer. Duas lembranças da minha infância. O urso amarelo que está na casa dos meus avós e o termo do Mickey que a minha mãe ainda guarda. 
Dá-me um aperto no coração relembrar estas coisas…

segunda-feira, 15 de abril de 2013

2013 Technicolor [15.52] abril

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Um dos meus melhores amigos nas últimas semanas (e dos meus formandos, também, porque tenho 2 dicionários iguais, e bem velhinhos dos tempos da secundária, e tenho-os emprestado na aula a quem precisa). Dou-me muito bem com o Alemão e acho que os meus formandos têm sentido isso, mas se há coisa que sempre me mexeu com os nervos, essa coisa chama-se declinação das palavras. Os géneros das palavras em alemão podem ser o oposto daquilo que conhecemos em português e preciso mesmo de confirmar algumas para não os induzir em erro. E nem sempre tenho uma resposta pronta quando me perguntam algo inesperado.
Não sou nenhum dicionário ambulante, certo?

domingo, 3 de março de 2013

Das memórias

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Em 2001 fui a Taizé com a escola e se de vez em quando me lembro dessa viagem e dessa experiência, há uma música que me transporta automaticamente para lá. A Melanie C e a sua Northern Star que tinha saído há pouco tempo e que eu ouvia num discman com um cd gravado por um dos meus amigos. 
Epá, que recordações boas que me lembrei agora! O baile de finalistas no ano a seguir, a viagem à Madeira,  as amigas que ficaram até hoje e todas as coisas que nos unem...
É bom relembrar estas coisas de vez em quando. Não me fazem esquecer de onde venho e quem sou!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Da paz das manhãs

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A preparar o cappuccino e a torrada do pequeno-almoço e pareceu-me que estava a chover. Abri a janela da cozinha para cheirar a chuva e deu-me um arrepio. Não só por causa do fresco que entrou pela janela da cozinha, mas principalmente pela recordação que esta foto me trouxe.
Quando vivi em Potsdam (falei em efemérides nessa semana e esqueci-me de escrever que no dia 3 de outubro fez 7 anos da minha ida para lá! Eu sabia que havia mais qualquer coisa para me sentir assim, e apesar de me ter lembrado uns dias antes, no próprio dia nem me ocorreu) a janela do meu quarto dava para uma zona onde havia garagens rodeadas com árvores e depois um horizonte a perder de vista com o torre da cidade bem lá ao fundo (não consigo encontrar a foto. Deve estar no disco externo que não liga…opá, nem sei o que fazer se perder as fotos!)!
Esta imagem não é igual, mas trouxe-me uma nostalgia enorme!
E ainda ajudou mais ter a Birdy em fundo…

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ai as saudades…

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Não propriamente da Turquia, onde esta foto foi tirada, mas da lua de mel.
Das férias e do passeio, do cruzeiro, dos cabelos compridos, da cabeça descansada, dos sorrisos!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Querer chegar a todo o lado já não é de agora... e ainda bem :)

Gosto desta música porque sim, mas também porque me faz lembrar o ano em que participei nas marchas da terra. Pois é, também fiz isso, para além de andar no teatro, no inglês (e fiz o FCE e o CPE no British Council), no ginásio, na natação e na catequese (fiz comunhão, profissão de fé e crisma).
E ao contrário dos miúdos de agora, nunca andei em explicações, nunca me diagnosticaram hiperatividade (mas às vezes acho que sofro disso tal é o número de vezes em que me dizem 'Andas sempre a correr! Queres chegar a todo o lado!'), nunca chumbei nem houve nenhum psicólogo a dizer aos meus pais que eu tinha perturbações da atenção. 

Posso ter perturbações de várias coisas - e se estiver em dia sim, sou perturbada no bom sentido pela música, pela dança, pelos risos - mas sempre consegui conciliar a minha vida escolar com as atividades extra. Sempre tive muito orgulho nas minhas notas e em ter sido um dos melhores da turma várias vezes! Os exames não podiam ter sido melhores e apesar de já terem passado quase 10 anos, continuam a ser um marco na minha vida - já que a faculdade não correu assim tão bem em termos de aproveitamento, o que me deprimia bastante. 
Apesar disso, tenho a profissão que sempre quis e sinto-me realizada por isso! 


Se a profissão me torna hiperativa isso já é outro capítulo desta história...

One Republic 'Marchin on'

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Licenciada sim, mestre não, ok?

Tenho recebido emails a anunciar mestrados da faculdade (de onde já saí há 3 anos). 
Ohh gente, acham que  se eu quisesse fazer mestrado não sabia já o que fazer?? Andei 6 anos a saber como é que se fazem as coisas por aí, por isso não precisam de ser prestáveis e tal. 
Tinha agradecido mais se no 1º ano me tivessem ajudado a construir o horário de maneira a não entrar às 8 da manhã e a sair às 6.30 da tarde, já que a malta era novata na coisa e percebia pouco disso.
Posto isto, agora não preciso de nada. Obrigadinha, sim...mas podem ir chatear outro...


[voltar à faculdade não está completamente posto de parte, mas não me tenho apercebido de que isso fosse beneficiar em larga escala a minha vida profissional e como não é propriamente barato e outras prioridades se têm levantado, até agora não tem estado nos planos...]

sexta-feira, 3 de junho de 2011

It's hard to forget smells

Hugo by Hugo Boss for Men
Na 4ª à saída do comboio chegou-me ao nariz o cheiro de um perfume que conheço bem e fiquei satisfeita por perceber que já não mexe comigo. Reconheci-o e a primeira coisa que me lembrei foi do frasco e não da pessoa que o usava. E se eu gosto deste perfume!
Há mais quem goste lá por casa, mas não o costuma usar, pelo menos quando estamos juntos para não me causar dramas olfativos. Agora mais de 7 anos depois, sinto-me finalmente livre desta associação cheiro-pessoa que tanto me chateava.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ainda a pensar em coisas antigas

Isabeli Fontana em fashion gone rogue
Outono

Ela adormeceu a pensar que no dia seguinte seria Outono! Não o da sua vida, porque para isso haveria de passar quase uma vida, mas aquele Outono que a mudaria para sempre. Essa consciência obrigou-a a estar atenta a todos os passos em falso, a tudo o que fizesse.

O Outono chegou como ela sempre adorou: as folhas secaram e caíram, o vento soprava frio a fazer lembrar uma chávena de chá à lareira e ela sentiu-se feliz e reconfortada com a vida, apesar da distância e da decisão drástica tomada quase um ano antes.

O tempo passou e a distância tornou-se cada vez maior, parecendo que o amor estava a desaparecer. Ilusão de quem vivia longe demais há tempo demais.

Ela voltou ao sítio onde fora sempre feliz, iludida com todas as recordações, e ainda hoje sonha em conseguir tornar-se a princesa da vida dele. Apesar de tudo...

Primavera

A Primavera já está quase aí, e ela começa a senti-la na brisa da manhã que levanta as folhas já a ganharem uma corzinha. Já viu algures aqui e ali umas flores a despontar na ponta dos ramos. As flores que dão um sorriso à sua boca e lhe inundam a alma de pensamentos felizes.

Porque é na Primavera que tudo acontece, não é? Por acaso ela contraria a Primavera e deixou o princípe beijá-la (ou será que foi ela que o beijou?) mesmo a meio do último mês do ano. Esses tempos foram doces, muito doces. Estão guardados na gaveta das memórias felizes, de onde só saem nos dias tristes em que ele e ela não se entendem e só lhes apetece virar as costas a um futuro maravilhoso. Mas ela ouviu dizer que um passado feliz pode consertar o presente.

Ele é um princípe como já não há, daqueles que sabem o queremos sem sequer abrirmos a boca, só pelo sugestão no nosso olhar. O princípe dela é daqueles com quem apetece estar, que não a troca por ninguém, nem por nenhuma outra coisa. Ela é a princesa dele e ele gosta disso, por isso cuida dela, porque sabe que ela não é uma princesa qualquer. Ela é a princesa que lutou pelo seu princípe.

Esta Primavera é especial, porque soma mais uma (e já lá vão 3) desde a decisão definitiva, que ela tomou. Algures entre Janeiro e Fevereiro do longínquo ano de 2004, há um dia especial em que ela decidiu que queria ser feliz:) Para sempre....

To be continued...

escrevi o 1º em Outubro de 2006 e o 2º em Fevereiro de 2007

domingo, 1 de maio de 2011

As fotos também têm mensagens subliminares, ok? II

As mulheres são mesmo um bicho estranho.
Por estes dias tenho estado em mood um bocado depré. Deve ser por ser fim-de-semana, não só 1º de Maio (que costumava ser dia de passeio) mas também Dia da Mãe, e saber que as minhas amigas foram ontem jantar à minha irmã também não ajudou muito. Eu fiquei muito contente por elas, mas apetecia-me lá estar também.

Fiquei um bocadinho mais animada porque me enviaram fotos do jantar que vi agora de manhã. Estão lindas, miúdas:)!

E não é que também descobri que o meu ex também foi*? Ele e a minha irmã continuam amigos e ele costuma ser visita relativamente frequente lá de casa, apesar de eu nunca o ter encontrado por lá.
E senti-me um bocado aparvalhada a olhar para a foto, porque assim durante um milésimo de segundo o meu coração parou e tive um baque de saudades do que ele significou na minha vida.

Acabámos mal? sim. Se já foi há 7 anos e tal? sim.
Estou feliz agora? sim. Casei com um homem maravilhoso? sim.
Mas isso não apaga os quase 2 anos que estivemos juntos e gosto de saber que está bem.

* já não bastava este ano ter um aluno com o nome igual??
E o irmão do ex, que é meu amigo do facebook, que é igualzinho ao irmão quando tinha a mesma idade (só com um ar mais surfer boy e de brinco na orelha)!? Eu olho para as fotos do miúdo e só o vejo a ele aos 19 anitos...isto há coisas fantásticas! ou não...

sábado, 30 de abril de 2011

As fotos também têm mensagens subliminares, ok?

castelo de belmonte 2
Há dias em que me apetece rever fotos e coisas antigas. Dá-me assim a nostalgia…

Eu nunca gosto de tirar fotografias, acho que fico sempre mal e com cara de quem não sabe se há-de rir ou fazer caretas. Costumo ser mais para o lado das caretas…e as fotos ficam sempre divertidas, apesar de depois não haver nenhuma que se aproveite para emoldurar…

E hoje foi um desses dias que andei a dar uma volta pela centena e mais umas quantas fotos que tenho publicadas no perfil do facebook e dei de caras com esta. Não sei porquê mas fiquei a olhar para mim e com vontade de estar ali naquele sítio, naquele momento. Não é assim um sítio tão conhecido quanto isso, pelo menos para mim – Castelo de Belmonte – e não é assim ao virar da esquina para ir lá sempre que me apeteça lá ir, mas fiquei com o coração apertado.

Foi o nosso primeiro fim-de-semana fora depois de casarmos e vejo-me com um ar tão feliz e esperançoso e com os olhos brilhantes debaixo daqueles meus óculos de sol velhos, velhos, cheios de história e de viagens.

Olhando em perspectiva, e já sem óculos de sol, 2008 parece-me agora um ano bom. O curso e o estágios finalmente acabados, uma viagem de ‘finalistas’ à nossa maneira, só os dois numa odisseia de carro até Torremolinos, mais pela viagem e pelo ‘desaparecer do mapa’ durante uns dias, do que propriamente pelo destino. Depois o casório e a lua-de-mel (inesquecíveis como se quer) e a terminar em Novembro com este fim-de-semana óptimo.

E as coisas nunca mais vão voltar a ser o que eram.
Não que isso seja necessariamente mau, mas as opções que tomamos condicionam sempre a maneira como vivemos as coisas. Umas vezes surpreendemos-nos pela positiva e outras tantas achamos que devia ter sido de outra maneira completamente diferente.

P.S. - E hoje estamos assim, com o coração aos saltinhos nervosos sempre que encontro coisas que me fazem pensar...
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