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terça-feira, 4 de julho de 2017

Someone dixit #10

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Filipa escreveu, e muito bem, isto: 
Viver devagar é presença e atenção, que se traduzem em amor. Por nós, pelos outros, pela natureza e pela vida à nossa volta. É estar de olhos bem abertos e gozar o presente que é estar aqui.
E eu sei e sinto que é isto que eu quero para a minha vida e para a minha família. Não quero continuar a fazer tudo a correr, já a pensar nas próximas tarefas. Não quero estar na festa de aniversário da Luísa na floresta a pensar que devia estar a descansar no sofá, que foi o que aconteceu no último fim de semana, mas felizmente consegui esticar-me um bocado na relva a dar beijinhos à minha malta e houve moches e fotos giras a ilustrar o momento. Também consegui apanhar sol e no fim de contas, já em casa, fiquei feliz por lá ter estado e ter conseguido aproveitar bem o tempo.
Sei que esta vida que vivo aqui nos Alpes parece um sonho, com paisagens lindas (temperaturas ótimas no verão que compensam a falta da praia e uma neve maravilhosa no inverno) e um ritmo tranquilo, mas tenho-me sentido cada vez mais assoberbada.
Sei que a culpa é minha por me meter em muitas coisas ao mesmo tempo (o mestrado, o almoço dos miúdos cá em casa e os cursos online) a somar às tarefas domésticas normais de um t3 e de uma família de 2 + um bebé. Tenho dormido mais nos últimos dias porque as aulas já acabaram, mas ando a ver se consigo acabar as tarefas pendentes da escola (burocracia sucks!) para conseguir descansar efetivamente.
Sinto que quero seguir o movimento #viverdevagar e conseguir ser mais mindful e ter uma casa e uma vida mais hygge e para isso tenho lido várias coisas e refletido sobre elas.
Para me deixar com mais ideias para aproveitar melhor os momentos em família e ser mais feliz, tenho lido os blogs da Filipa (Slower) e da Maria (seismaisdois) e ando mais tranquila com a minha vida. Também comprei o livro da Maria Viver Devagar e adorei as dicas. Fiquei com vontade de aplicar uma série de coisas à nossa vida aqui nos Alpes.
Para conseguir uma casa mais acolhedora, arrumada e feliz, sigo o blogue da Mafalda (A felicidade é o caminho) e li 'O livro do Hygge' e fiquei a sentir-me feliz e cheia de energia e com vontade de mudar várias atitudes aqui em casa.

Outras leituras interessantes:
Um post que me levou a refletir sobre isto de aproveitar o momento pela psicóloga Filipa Jardim da Silva
Um vídeo muito esclarecedor sobre o papel do otimismo e do pensamento positivo

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Fico passada com estas coisas!


Assino por baixo do que a Bad Girl escreveu. Também sempre fui coerente com as minhas decisões e escolhas e nunca fiz nada que não quisesse e preferia ser a marrona do que alinhar em cenas que não me fizessem sentir confortável com os meus princípios. Sempre tive muitos amigos, embora fosse realmente amiga só de meia dúzia. 

Nunca fumei nem bebia na altura em que andava na escola e nunca me senti mais nem menos pressionada por causa disso. Quando leio notícias que falam sobre coisas deste género em que morrem miúdos por causa de 'brincadeiras' completamente inconscientes, fico estupefacta como é que há gente que por causa da 'suposta integração social' se deixa enredar em jogos perigosos demais sem ter a mínima noção!?

Eu não estou farta de adolescentes (ainda...) mas também há dias em que só me apetece bater nos meus alunos [é óbvio que isto é só uma maneira de falar porque seria incapaz disso!] e por muito menos que isto... Realmente os putos andam completamente parvos das ideias, só para ser um bocadinho mais meiga que a Bad Girl!

Parecem bandos de anormais à solta...

... Os putos.

Ando agastada com os adolescentes. Não tenho adolescentes, não sou adolescente, mas ultimamente dou por mim a não querer crer nas coisas que vejo sair dos adolescentes.

Antes de mais, faço um parêntesis para esclarecer que não fui uma adolescente "normal". Não alinhava no que não queria, não me dava com quem não me agradava, não ia em carneirices. Era válido para tudo: para a roupa que era suposto toda a gente usar, para os comportamentos que era suposto toda a gente ter, para os círculos que toda a gente devia frequentar. Isso custou-me muita coisa, mas nunca me custou a dignidade. Sempre fui mais dada aos meus princípios do que à integração social. O percurso nem sempre foi fácil, mas foi sempre coerente. Posto isto, voltamos aos adolescentes de hoje. Chama-se "social beer challenge" e anda por aí, para quem quiser ver, nas redes sociais. Eu vi pela primeira vez no Facebook da filha de uns amigos. É transversal a idades, sexos e condição social. E é simples: um idiota aparece num vídeo a beber meio litro de cerveja de golada. Depois nomeia três amigos, com tags no Facebook, e esses são obrigados a fazer a mesma figura acéfala. Obrigados não, dirão vocês. E eu digo que vocês sabem muito pouco sobre adolescentes, se acham isso. Os adolescentes de hoje em dia (ou os de sempre, sei lá bem) não estão preparados para não ceder a pressões sociais. Dá muito trabalho. Carece de muita estaleca. E os putos não têm estaleca. Têm telemóveis, Facebook e acesso a cerveja para beber ao litro, mas não têm estaleca. Alguns de vocês, se calhar até com filhos adolescentes, dirão que não tem mal. Alguma investigação no tal desafio e vê-se filhos a desafiarem pais e pais a alinharem. Eu, por acaso, acho que tem. Acho que um idiota fazer algo só porque pares o mandam fazer está errado em toda a linha. Alinhar no "social beer challenge" ou em qualquer desafio deste género é meio caminho andado para, mais tarde, se achar normal ser chamado de besta, rolar em merda de vaca ou entrar em coma alcoólico só porque um idiota o mandou. E agradecer, pois é uma lição de vida.

(Os putos são todos mentecaptos? Certamente não. Há por aí bons miúdos, cheios de personalidade e estaleca. Parece-me é que são poucos).

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Wishing #8

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Anda a apetecer-me tanto passar num quiosque qualquer em Lisboa e comprar um braçado de revistas. Tenho imensa vontade de poder fazer isso de novo e ler as minhas revistas em ânsias. Adoro a Luxwoman, também leio a Activa e a Máxima (mais de vez em quando), mas por estes dias já não sou esquisita.
Na última encomenda que me enviou, a minha irmã satisfez-me o desejo, mas já foi em novembro. Ainda assim, um dia destes peguei na Máxima de novembro, que ainda não tinha lido, e pus-me a folhear ao acaso. Encontrei uma opinião da Isabel Stillwell que me fez todo o sentido!

"Não são os nossos defeitos, nem os do outro, que têm o poder de fazer descer sobre nós as trevas, mas os momentos em que sentimos que quem nos diz amar não nos conhece, não sabe quem somos. Porque se não nos conhece não nos pode amar. E se não nos amar, morremos."

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Isto faz-me tanto sentido!

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E tenho bem presente cada uma destas palavras desde sempre, mas principalmente desde agosto até ao dia de hoje! Ser crescido é exatamente arcar com as consequências das nossas escolhas!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Efemérides VIII - Dia de S. Martinho

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Queria ter falado nisto no dia, mas como não tive aulas na 2ª, acabei por ir comemorando o S. Martinho mais para o final da semana e até hoje já li algumas coisas que me fizeram refletir mais sobre isto!

Alguns dos alunos nunca tinham ouvido o que é o 'verão de S. Martinho' e felizmente na segunda-feira esteve sol e assim exemplifiquei melhor. Depois de ter explicado a história ou de lhes ter pedido para me explicarem (aos mais crescidos) perguntei-lhes o que é que eles acharam e depois expliquei-lhes que o soldado Martinho era um homem bom e que por isso se tornou santo. 

Disse-lhes que devemos também ser bons, principalmente quando vemos pessoas que precisam. E haver o Kindness Day no dia 13 de novembro faz todo o sentido! Parece-me que vou começar a pôr em prática alguns destes exercícios que a Magda sugere.
O João conseguiu pôr em palavras aquilo que eu queria dizer: 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sorry for the language…

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mas tinha de partilhar que achei Merdan Supermarkt um nome muito mal escolhido para um sítio que vende produtos portugueses!! O que é que os portugueses clientes da loja irão pensar?? Só me fez lembrar disto

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Dos filmes que vou vendo #3

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Tenho ouvido a banda sonora do 'Great Gatsby' e vou-me lembrando de partes do filme. Gostei tanto do narrador em fundo a ir comentando algumas das situações. Parecia que estávamos mesmo a ouvir o livro a ser lido!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Do outono


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Bom dia, já é Outono!

Começamos a semana em modo Outono. Dita o calendário e não o clima. No entanto, adoro a mudança das estações. Adoro as transições das coisas que se transformam, em que o mundo se transfigura e nos deixa na expectativa de qualquer coisa nova ou renovada, quase com uma certeza inabalável de que o que por aí vem é um verdadeiro presente embrulhado em cores brilhantes e que transmite confiança e conforto. Tenho sempre esta sensação, seja nos primeiros dias de Inverno, Primavera, Verão ou nos de Outono, quando a mudança à nossa volta se sente no ar, no céu e em tudo o que é vivo, apesar de o Outono se fazer sentir abraçado pelo Verão (ainda) e pelo sol que aquece (muito), é sempre nesses dias que penso que o futuro será melhor.
A Olga escreveu isto e eu subscrevo e esta semana é para comemorar a chegada do outono com os meus alunos do 1º e do 2º anos e vamos decorar a nossa sala com uma árvore gigante cheia de folhas e de mãos desenhadas com as imagens dos pequenos!
Acho sempre que não tenho ideias nenhumas de jeito, mas afinal até me vou safando mais ou menos:)

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pequenas coisas que vou vendo por aí

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No início de junho fomos ao Parque Tejo e foi um passeio tão bom. Não só pela companhia, mas porque o sítio é mesmo bonito e relaxante. Ficaram algumas fotos para a posteridade e uma delas foi esta, para eu nunca me esquecer!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Das palavras escritas


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'Que na tua vida haja muito sol e estrelas para iluminar os caminhos mais escuros e que todos os caminhos não sejam becos, mas sim pontos de partida para objetivos.'
Se eu não tivesse amigas positivas e entusiasmadas, seria muito menos feliz. Escrevem-me coisas que me fazem sorrir, enviam-me fotos giras pelo facebook, vão-me perguntando como estou o que me ajuda a sentir-me menos sozinha, e dão-me sempre ânimo quando me sinto mais em baixo. Não tenho muitas, mas as que tenho são mesmo das boas!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Coisas soltas #19

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Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas.
via - Citador  a propósito deste post aqui da querida teardrop:)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Da felicidade

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Se tudo isto é verdade, chega o verão e entro em crise de felicidade. Pessoas para amar continuo a ter, mas o tempo livre é demasiado e sinto-me com a energia completamente dispersa!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Da crítica

"...Neste país, o ímpeto para a crítica é francamente mais válido do que o elogio; para além disso, a maioria de quem comenta fá-lo com intuito negativo, raramente construtivo. Mas só é assim porque a outra metade não comenta. No gostar, é-se passivo. O espaço para o apreço é do tamanho do botão "
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